Uma das coisas mais legais de
apreciar o cinema trash é que depois que você viu uns cinco ou seis obras nunca
mais vai ficar confortável para dizer que já assistiu ao pior filme do mundo,
pois sempre existirá espaço para que alguém o surpreenda com uma nova porcaria.
Bem dizendo, o trash é uma espécie Midas Reverso: tudo o que ele toca ou fede
ou gruda. Trata-se de um cinema feito por uns poucos escolhidos que tem por
objetivo criar uma porcaria mais maravilhosa que seus antecessores. Por sinal,
deve existir alguma brasilidade nisso. Acho que esses roteiristas seguem aquele
velho lema de nossa política: quanto pior melhor.
Tendo dito todas essas coisas,
recomendo que você, leitor, não leia esta resenha apenas por curtir muito os
ensinamentos do nosso chapa J.C. ou porque você já um fã degenerado deste
blogue que não tem mais escolha na vida senão clicar em cada link sujo que te
aparece, mas porque você certamente nunca viu um filme tão bizarro sobre Jesus
quanto o que iremos abordar aqui. Pelo menos por enquanto.





