quarta-feira, 16 de maio de 2018

Resenha: Noturno (Scott Sigler)


               Você lembra do seu último sonho? Qual foi a situação constrangedora ou amedrontadora vivenciada? Você estava correndo pelado pela escola enquanto um monstro vestido de Peter Pan te perseguia com uma panela na mão enquanto tocava Belchior? Sim, sonhos são capazes de nos levar pras situações mais bizarras possíveis, mas o que você faria se você começasse a sonhar com assassinatos que se concretizam na realidade? Tentaria descobrir que bruxaria é essa ou simplesmente voltaria a dormir, afinal a vida é muito curta pra desperdiçar horas de sono com crimes?

terça-feira, 24 de abril de 2018

Resenha: Legião (William Peter Blatty)


               Eu poderia levantar diversas questões sobre a existência de deus e do diabo, possessão demoníaca contra doenças psicológicas, se o gorfo da Reagan em O exorcista era guacamole ou suco detox de couve, mas a única coisa que quero saber é: o diabo montado em um bode preto x deus montado em um querubim, os dois a 80km/h tu acha que vai ficar um do lado do outro?

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Mangá: Fragmentos do horror (Junji Ito)


            O “terror oriental” é mais comum do que aparenta. Obras como The ring que não só fizeram muito sucesso no cinema e integraram o imaginário de toda uma geração como também acabaram se tornando referências para o gênero do terror; mas ainda que o terror oriental tenha alcançado o mundo por meio do cinema, o mesmo não se deu tão amplamente com os mangás. Sabemos mais facilmente dos últimos filmes ruins do gênero que de mangás consagrados como aqueles de Junji Ito, sendo que embora os mangás de terror possuam uma diversidade ainda maior que os filmes, afinal existem em maior quantidade e a mais tempo, eles ainda são pouco conhecidos por nós.
               Ditas essas coisas, esta resenha do Café tenta dar uma leve mexida nesse estado de coisas e trazer boas referências aterrorizantes. 
               

quinta-feira, 22 de março de 2018

Resenha: Grave (Raw)


               Querido leitor, não sei se você já passou pela vida universitária; caso tenha passado, acho que você irá concordar com a gente que a faculdade é uma fase de transformação em todos os sentidos: intelectual, social, sexual, pessoal, etc. Claro que isso depende muito de pessoa pra pessoa: algumas estão mais interessadas nas festinhas e curtição, outras querem estabelecer sua base de contatos para o futuro, ou simplesmente adquirir o máximo de conhecimento possível para crescer como pessoa e, consequentemente, profissional, isso sem contar as pessoas que acabam despertando seus desejos canibais e querem comer, literalmente, os colegas. Independente das suas prioridades, é inegável que você saiu (ou vai sair) de um jeito diferente… Se você sobreviver.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Literatura: Jantar secreto (Raphael Montes)


               Olá caros leitores do Café, hoje estamos aqui para um evento especial. Sentem-se a mesa e fiquem a vontade, o jantar sairá em breve. Espero que estejam tão empolgados e curiosos quanto à gente, afinal, não é todo dia que comemos carne human... digo, carne de gaivota, não é mesmo?

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

HQs: Wytches (Scott Snyder)


Talvez você seja um serzinho cético como eu e não acredite em coisas sobrenaturais, mas se tem uma coisa que é fato é que muitas pessoas acreditam e juram de pé junto que presenciaram certos fenômenos. Assim, por mais que você fique aí, no auge da sua prepotência, julgando como bobinhos os mortais que acreditam em seres extraterrenos, é bom ficar esperto, pois nunca saberemos o quão forte é a jura de uma bruxa.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Literatura: Coração satânico (William Hjortsberg)


               Por mais que você tente negar e se prenda a sua educação católica, uma coisa é fato: hora ou outra nós venderemos nossa alma pro coisa ruim, algumas pessoas por mais, outras por menos, mas todos nós temos um preço pra nossa alma. A questão é: por quanto você compraria seu ticket pro inferno?
               Claro, sempre existe a possibilidade de tentar dar um calote, mas poder ter certeza que o diabo sabe de todos os truques sujos da humanidade.