Todos sabem que o Café
é um bloguinho especializado em cinema trash, bizarro e doentio, mas nem por
isso os seus criadores (os gênios que vos escrevem) sobrevivem apenas de
sangue, peitchinhos e escatologias... sim, isso é 90% dos nossos dias, mas
ainda sobra um 10% pra fingirmos que somos intelectuais e “cool” (seja lá o que
essa merda signifique). Então na postagem de hoje deixaremos um pouco a
trasheira de lado mas não trairemos as nossas raízes da loucura e do bizarro.
Porque pela primeira vez na historia desse blog, creio eu, resenharemos um
filme realmente bom. Sim, vocês leram certo, um filme BOM.
Na resenha de hoje
contaremos com a presença ilustríssima de Ingmar Bergman, no auge da sua
loucura. Sei que ele tem uma fama de chato e que nunca chegara aos pés de Lloyd
Kaufman, mas vamos dar uma chance pra ele. Afinal, já diria bonde do role:
“noiz é tipo bem Jesus, todo mundo a gente ama.”
Tome seus remédios
e fique acordado, porque nem todos sobrevivem a hora do lobo...
