Faz um bom tempo que o Café com
Tripas não faz nenhuma postagem e não darei nenhuma justificativa
bonitinha do por quê, afinal de contas, vocês sabem bem os motivos pelos quais
postergamos as coisas importantes da vida: porque saiu o novo Pokémon, a nova
temporada daquela série que adoramos, porque temos trabalho, esposa, amantes,
stalkers, filhos, bastardos, pensão, porque estamos preocupados demais dormindo
ou desperdiçando a vida em frente a vida em frente a TV e inúmeras coisas desse
tipo.
Ainda assim, por algum motivo que me
escapa, este blogue continua sendo muito visualizado e curtido mesmo sem
postagens novas, e esse é o principal motivo pelo qual continuamos e
continuaremos na ativa: porque há quem leia e goste deste espaço. Até hoje,
nenhum dos encargos que assumimos nos últimos tempos – e que tanto têm
atrapalhado a continuidade deste blogue – foi forte o suficiente para
ignorarmos as constantes visitas, comentários e todas essas coisas que gente
desconhecida do outro lado da tela do PC faz. Por isso, mesmo que não
consigamos voltar a uma regularidade de postagens muito precisa, estamos
comprometidos a continuar apreciando e divulgando o cinema trash na medida de
nossas possibilidades. Amém.
Agora vamos ao filme medonho de
hoje: A criação de um monstro tem o que um trash precisa ter para ser
resenhado neste blogue: defeitos técnicos, um roteiro capenga, atuações
nível Malhação... E sangue!
