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terça-feira, 14 de junho de 2016

Literatura: Exorcismo (Thomas B. Allen)


            Quem é esse ser aí bem atrás da sua cadeira, caro leitor do Café? Esse aí com o aspecto ameaçador e o olhar assassino – não, não adianta virar a cabeça e conferir, ele se escondeu logo que você se virou. Agora voltou, está atrás de ti de novo. Tente olhar. Não viu? Que pena.
            Acho que ele é tímido. Mas até que um sorriso bonito, se não fossem esses dentes pontudos e enormes... Espere, ele etá sussurrando alguma coisa. Vou ouvir...
            Credo, que odioso! É melhor eu não te contar o que ele está dizendo. Melhor não ler esta resenha, caro leitor, vá para outro site e aproveite sua vida enquanto ainda está no poder. Não clique! Não clique!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Resenha: Uma noite alucinante/A morte do demônio (The evil dead)


Eu sei que vocês já viram esse filme.E gostaram muito.
Eu sei que vocês já viram esse filme. E gostaram mais ainda.
Eu sei que vocês já viram esse filme. E construíram um altar para ele.
Eu sei que vocês amam esse filme tanto quantos suas próprias mães.
Eu sei que irão me cortar com uma motosserra caso eu fale mal dele.
Eu acho que estou ficando com medo de abordar esse filme...


domingo, 14 de abril de 2013

Resenha: Sssssss O homem cobra (Sssssss)


Preparam-se, amigos do Café, agarrem suas esperanças e crucifixos, pois a resenha de hoje tratará de algo intensamente sombrio e, ao mesmo tempo, fascinante.... Aquele cujo nome nem Você-Sabe-Quem pronunciaria. Ele, que trouxe à humanidade o conhecimento do bem e do mal, espalhou a música, a arte e a corrupção entre nós, separando nossos espíritos de deus e nos fazendo viver uma existência de sofrimentos miseráveis... Ele, nosso velho conhecido... O progresso.



sábado, 30 de março de 2013

Resenha: Lua de cristal




Depois de ver filmes sobre massacres, eletrodomésticos assassinos, fantasmas, lobisomens, ateus homicidas, e tantas coisas mais, vocês, leitores, se acostumaram finalmente aos conteúdos deste blog malvado. Sangue, café, filosofia, dentes arrancados, literatura, serras elétricas e risadas malignas; hoje, tudo isso faz parte de suas vidas.
Admitam: o Café com Tripas fez de vocês pessoas melhores.
Não, não precisam dizer obrigado, apenas depositem sua gratidão na conta do blog.
Apesar de todas essas coisas, tenho percebido vocês meio acomodados, não? Após ver aqui seres malignos do outro mundo, palhaços cruéis, assassinos e bizarrices de toda sorte, já estão aí subestimando este bloguinho, acreditando que nosso padrão de “qualidade” está estabilizado, que não seríamos capazes supreender-vos novamente com outro filme que seja tão vergonhoso, mas tão vergonhoso, que não é melhor que ninguém nos veja vendo lendo sobre ele, não é?
Pois bem. É para atestar seu erro que o Café, nesta semana de discussões sobre o que nos mantém vivos, vai diretamente na raiz das vergonhas brasileiras em busca de um filme há muito enterrado longe de nossos olhos, diga-se de passagem, injustamente. É isso mesmo, como vocês podem ver no título deste post, este blog joga pesado e não põe limite para suas próprias baixezas, por isso, baixinhos e baixinhas, chamemos para a superfície os nossos sentimentos mais profundos e apaixonados, as lindas paquitas, os refrões inesqueíceis (“Tudo o que eu fizer, eu vou tentar melhor do que já fiz”), os patinhos perdidos, também as letrinhas, o L de liberdade, o U de universo, A de amor, e, claro, o X de Xuxa.



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Resenha: O vingador tóxico parte III (The toxic avenger part III: the last temptation of toxy)



            É um pássaro?
É um avião?
Não, é um ex ser humano feio, tolo e fraco, que após uma tentativa de suicídio pós bullyng caiu num barriu de lixo tóxico e veio se tornar “O vingador tóxico”, um monstro fortíssimo que combate o crime com violência e sarcasmo resistindo ao mal e à corrupção, sendo repetidamente desafiado por facínoras de pouco poder, até que em “O vingador tóxico parte II” precisou enfrentar a força das grandes corporações e bater de frente com o próprio capitalismo...
Mais legal que um passarinho, não é?

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Resenha: O dia da besta (El dia de la bestia)


Você é normal? Lida bem com as situações cotidianas - enfrentando a dor, sentindo alegria, mas sem pender muito para qualquer lado - não sendo nem um depressivo, tampouco um histérico? Você faz coisas normais? Vai ao trabalho, estuda, encontra seus amigos, realiza seus projetos pessoais e busca viver dignamente? Consegue existir de um modo razoável apesar do mundo nem sempre ser justo? É feliz?
Sim?
Com efeito, você consegue suportar a vida apesar de compartilhar a terra com pessoas feridas e despossuídas? Continua pagando seus impostos para um Estado que mantém o privilégio de ricos sobre os pobres? Tem esperança no futuro quando o passado e o presente são dominados pela injustiça? Lida bem com o fato de ter o privilégio de saber ler, ter um computador com acesso a uma internet (não censurada) e ser capaz de acessar um texto de crítica cinematográfica, quando vários dos seus conterrâneos morrem pela fome e pela violência sem terem qualquer chance na vida?
Então talvez você não seja normal, mas profundamente louco.